13 CUIDADOS QUE TODOS OS MISSIONÁRIOS DEVEM TOMAR

Quero destacar os missionários em missões, dos que são tratados assim por carinho e que muitas vezes se encontram apenas se congregando em alguma igreja, sem encabeçar nenhuma obra missionária. Faço questão de abordar 13 cuidados que eles precisarão tomar no período de adaptação no campo para reduzir os impactos negativos do choque cultural.

Os choques culturais inicialmente fazem os missionários sentirem-se impotentes, surpresos, desorientados, incertos, desconfortados e ansiosos. Chegam a criticar os hábitos dos nativos, ignoram seus jeitos, consideram que os costumes que trazem são os melhores. Para evitar desgastes eles serão mais felizes se colocarem atenção nestas 13 dicas que estou propondo a continuação.

1. Cuidados com as Diferenças Culturais.

Tudo será diferente para os missionários quando chegarem aos campos: idioma, economia, clima, política, gastronomia, horários. Eles deverão aceitar as diferenças culturais, tolerar o ritmo que levam os nativos, consentir os hábitos alimentícios, e se adaptar aos horários de dormir e levantar que tenham aquele povo.

No Brasil as padarias abrem suas portas às seis horas da manhã, com aqueles pãezinhos quentinhos, no Chile precisei aprender a comer o “pão dormido” aquele que dorme em casa, pois são comprados no dia anterior. Os armazéns no Chile abrem suas portas às 10h00min horas da manhã, horário local, enquanto no Brasil já seriam 11h00min horas.

Os brasileiros que queiram viver no Chile, independente que seja missionário ou não, precisariam abrir mão do horário sagrado de almoçar do Brasil às 12h00min horas em ponto, para poder dar certo. Porque os chilenos tomam café às 10h00min horas, o almoço é servido a partir das 14h00min horas e aí não haverá horário padrão para o almoço, podendo ser entre as 14h00min até as 16h00min horas, não estou exagerando.

Tudo o que é diferente chama a atenção. Chamava muito a minha atenção, pequenos detalhes tais como: a maneira que os chilenos chamavam os gatos, no Brasil seria como “psis”, no Chile seria como: “cuchi”. Também me chamava à atenção os shampoos familiares de 1 litro, que eu via dentro dos banheiros chilenos, para uso coletivo de toda a família, no Brasil geralmente cada um usa um tipo de shampoo diferente.

Outro hábito diferente, e muito bom por sinal é a maneira de saudar dos chilenos, eles dão as mãos, um beijo, um abraço apertado, e por último dão a segunda vez as mãos. Estando no Brasil quantas vezes, acostumado com a saudação chilena, oferecia à mão pela segunda vez e ficava sem receber o segundo aperto. Quando acontecia isso comigo, automaticamente explicava o porquê dei duas vezes às mãos. Já nas culturas orientais não se tem o costume de dar a mão, mas de se inclinar diante da pessoa.

As saudações no Chile todas são no plural: “Buenos días”, “buenas tardes” e “buenas noches.” A nossa tão tradicional forma de dizer “Oi” não serviria a nenhum país da América Latina, pois a palavra “Oi” em espanhol, significa hoje, “Hoy”. Já serviria o nosso “Olá”, mas para isso será preciso acrescentar uma letra “h” na frente e tirar o acento do “á” ficando assim: “Hola”

2. Cuidados com os Choques Culturais

O que é o choque cultural? São dificuldades que os missionários enfrentam ao chegar ao país das missões. Cada um terá diferentes reações diante do novo, e o tempo que durará aquele choque varia de pessoa para pessoa. Os missionários passarão por várias etapas, durante o choque cultural. No primeiro amor, eles ficarão apaixonados pela nação, e por tudo o que estarão aprendendo. Depois vem a segunda etapa, a do menosprezo, principalmente pelo estilo de vida, pela higiene, pelas pessoas tratantes, pelos transportes e por tudo que poderia ser precário.

Com o passar dos meses tudo começa a ficar normal, começam a viver a rotina, a cultura do país anfitrião começa a ter mais sentido e ser mais normal. Finalmente vem a etapa do domínio, onde o idioma não terá mais tantas barreiras, nem a maneira deles se alimentarem. Ficando apenas o sotaque e dicção da linguagem, que para alguns brasileiros duram toda a vida.

Minha esposa Missionária Ivone Karkle sofreu muito com o choque cultural, andando pelas calçadas de Cerro Navia – Chile, uma das cidades mais pobre de Santiago, onde moramos por nove meses, ela se assustava com a quantidade de fezes de cachorros vagos sobre as calçadas, com a quantidade de lixo pelas ruas e com a baixa umidade relativa do ar, chegando muitas vezes a menos de 20%, pela falta de chuva e pelo calor intenso no verão. Na região central do Chile, é comum passar 8 meses sem uma gota de chuva, só chovendo os 4 meses de inverno. No Chile chove mais ou menos 40 chuvas por ano.

3. Cuidados com os Hábitos Alimentícios

Os missionários poderão enfrentar a falta de higiene nas rotinas de limpar a casa, de preparar os alimentos de certas culturas, mas para poderem apresentar a Cristo, terão que ficar quieto diante daqueles hábitos culinários ou até mesmo nas práticas de fazerem asseios corporais, pois em países frios o costume de banhar é diferente dos países tropicais. Cabendo aos missionários ensinar no futuro o jeito certo da higiene do povo de Deus.

Na hora de tomarem algum café e verem as xícaras mal lavadas, o que fazer? Ou na hora de tomarem uma sopa e perceberem o óleo nadando em cima do prato, como tomar? Diante de coisas como estas, por amor, eu fechava os olhos e tomava aqueles alimentos do jeito que estivesse.

A primeira vez que ofereci um café a dois irmãos chilenos, eles comeram quatro pães cada um e tomaram várias xícaras de café e ainda disseram assim: “Os chilenos são todos iguais, bons para comer!” Claro que era uma brincadeira, mas mesmo assim, tomei um susto, acabei demorando em convidar outros para tomar café. Um chileno come em média 165 quilos de pão por ano, é o segundo país do mundo que consome tanto pão assim, o primeiro é a Arábia Saudita. Os pães do Chile têm mais peso que os pães brasileiros. Eu tinha 74 kg quando cheguei ao Chile e engordei 30 kg durante toda a missão.

4. Cuidados com as Integrações Sociais

Não se sintam estranhos. Não se ofendam com as culturas. Aprendam a admirar os hábitos dos nativos, desfrutem os seus pratos típicos, respeitem as suas crenças, admirem suas roupas, visitem seus monumentos históricos, observem suas arquiteturas, procurem saber as histórias desse povo hospitaleiro. Integrem-se. Saiam de casa, andem pelas ruas, conheçam as pessoas. Participem das atividades recreativas. Ofereçam-se trabalhar em grupos.

Estando nos cultos sejam simpáticos, cumprimentem todas as pessoas, sempre que possível comprem os lanches que são oferecidos nas cantinas das igrejas, porque possivelmente estejam juntando dinheiro para alguma obra importante da casa de Deus.

Não digam não aos convites para irem tomar algum chá, comer melancias ou outras comidas típicas da região. Os chilenos são bastante dadivosos e convidam os missionários a experimentar quatro coisas muito boas de comer: as “Sopaipillas“, uma massinha frita feita de trigo com abóbora. A tomar “Mote con Huelsillos“, uma bebida com grãos de trigo cozinhado na cinza com uma calda de pêssegos. A comer as “Tortillas de Roscoldos“, pão assado sobre cinzas quentes, e saborear as famosas “Empanadas chilenas”.

5. Cuidados com as Negociações Comerciais

Dentro do ônibus na minha primeira viagem tinha chilenos oferecendo aluguel de casa, sem me conhecer e sem eu conhecer o Chile. Na chegada à rodoviária de Santiago, dezenas de pessoas ofereciam táxi, outros se ofereciam para carregar as malas, chegava até ser enjoativo de tantos chilenos ao meu redor, isso continua assim.

Os nativos sempre oferecem coisas usadas para vender, mas os missionários devem ter cautelas para não chegar comprando coisas usadas, pois poderiam apresentar algum defeito com o uso, às vezes estão querendo desfazer-se de algo e empurram para os missionários. A melhor maneira é comprar coisas novas nas lojas, com garantia. Os nativos gostam também de acompanhar os novos imigrantes a fim de fazer alguma tramitação, mas o melhor é fazer as tramitações sozinhas, caso venham a se perder na cidade, fica uma boa desculpa, são estrangeiros.

6. Cuidados com as Barreiras Linguísticas

Se no Brasil, já encontramos diferenças culturais, expressões regionais, imaginem em outras nações? Só que no Brasil nenhum brasileiro sofre com barreiras linguísticas do português, como os missionários brasileiros sofrem no exterior, mas se tratando de obreiros no estrangeiro o fato de ter que se comunicar com outra língua poderá tornar-se um processo intolerável, cansativo o qual requer muita concentração, principalmente para os adultos, pois as crianças se adaptam com maiores facilidades.

Eles sentirão falta de falar o idioma nato, de ter contatos com elementos tradicionais do seu país, ao sentir-se pressionados com o idioma novo que terão que aprender, dando uma vontade de jogar tudo para o alto e abandonar a missão. Sentir-se-ão xucros, encabulados e desajeitados ao começar suas primeiras participações em público.

Não entrem em desesperos. Não se sintam incompreendidos. Não vivam solitários. Não façam longas ligações telefônicas. Não exagerem nas comparações, dizendo que no Brasil tudo é mais bonito e bom. Não fique o tempo todo pensando nos parentes e amigos. Não se retraiam nos seus quartos na hora da saudade. Procurem criar em suas casas um território brasileiro.

Se esforcem em dominar aquele novo idioma, logo este período de adaptação passará. Com o passar dos dias aparecerão os primeiros amigos, a vida se tornará uma rotina parecida com a do Brasil. Logo aprenderão seus hábitos, falarão parecidos a eles, até suas gírias. Logo estarão comentando os mesmos assuntos que afligem os nativos como fossem mais um deles.

7. Cuidados com as Gafes Linguísticas

Existe uma coisa que pode causar grandes desgostos nos missionários, elas são as gafes linguísticas, isto é falar palavras do idioma no país de sua missão, mas que acabam soando mal para os nativos.

No Chile fui orientado a não falar a palavra “Concha” (aquela de pegar a sopa) porque a concha do mar, pejorativamente falando representava o genital feminino no Chile. Nem a palavra “Xuxa”, pois tem a mesma conotação. Fui orientado a não dizer “Pico da montanha”, pois a palavra “Pico” representa o genital masculino. Tive que buscar sinônimos para esta palavra, na hora de usar em alguma pregação tal como: no alto, no topo e no cume da montanha.

Missionários e todos os demais poderiam falar errado o português, dependendo da sua criação, vejam este exemplo. Falando do “Cume” da montanha, poderíamos usar a palavra “Cumeeira”, palavra esta que vim aprender corretamente vendendo telhas numa loja de material de construção, aos meus 45 anos de idade, pois antes ouvia dizer: “Cunheira”.

Uma mulher “Embaraçada” para os latinos é uma mulher grávida, ou gestante. Uma irmã gaúcha que chegou à minha igreja no Chile, totalmente atrapalhada, quando dei uma oportunidade para saudar a igreja, ela disse publicamente que estava “embaçada” por causa do Pastor, de mim, neste caso, (risos), na realidade ela quis dizer que estava confusa, com o idioma, o trânsito e os horários e não que estava grávida.

“Fome” no Chile significa tudo que é desagradável e ruim, por exemplos: comida fome, pessoa fome, lugar fome e pregação fome. “Exquisito” (com “x”) tudo que for gostoso, lindo e bom, exemplos: uma comida “exquisita” é uma comida gostosa. Um bebê “exquisito” é um bebê lindo. Já para nós no Brasil “esquisito” (com “s”) é tudo o que é fora do comum, com aspecto feio e lugar ermo, estrambólico, esdrúxulo e bizarro. Na gramática portuguesa temos uma conotação positiva para esquisito, como algo “que tem requinte”: delicioso, delicado e sofisticado, e como algo “difícil de encontrar” precioso, fino, raro. Porém, a maioria dos brasileiros jamais usará “esquisita” com este sentido.

8. Cuidados com os Exageros Patrióticos

Todos os missionários tornam-se mais patriotas e entendem melhor o seu país de origem ao Viver de Missões. Quando o Brasil jogava futebol com o Chile, ao assistir ao jogo pela televisão, meu coração ficava dividido, às vezes mudava de torcida para ficar do lado do ganhador. Ao avistar uma bandeira brasileira no Chile me causava grandes alegrias, o espírito patriótico tomava conta das emoções.

Ao entrar de ônibus no Brasil, vindo do Chile, antes de chegar a Uruguaiana – RS, que se encontra nas margens do Rio Uruguai, bem no meio da ponte onde começava o território brasileiro eu gritava, e todos gritam: Brasil! O mesmo acontecia dentro do túnel no meio da Cordilheira dos Andes, onde começa o território chileno, eu também gritava junto com os chilenos, Chile!Neste caso em particular, eles são mais eufóricos que os brasileiros.

Como os missionários precisam ganhar espaços e aceitações pelos nativos, não poderão estar o tempo todo falando do seu país, do seu clima, da sua cultura, isso poderiam ser deprimente aos nativos, eles se sentirão esmagados e zangados com tantas comparações. Irão precisar abrir mão de seus costumes e hábitos, para poder fazer parte daquela nova sociedade. No início da adaptação, tudo será um deslumbre, mas também virá à etapa que eles sentirão dificuldades por serem estrangeiros. Estudos provam que de 2 a 5 anos começam a aparecer à vontade de voltar para casa.

Dentro do cuidado com o exagero patriótico também será prudente tomar cuidado com o Etnocentrismo. Mas o que vem a ser esta palavra grega? É uma junção de duas palavras “ethnos” que significa “nação” e “centrismo” significa “centro.” Todos nós possuímos certo grau de espírito etnocêntrico, onde exaltam a cultura como sendo a melhor. Para os missionários se adaptarem melhor nos campos seria recomendável abrir mão do etnocentrismo. Se eles chegarem aos seus países de missões trazendo conceitos etnocêntricos fechariam as portas para a evangelização. Indivíduos etnocêntricos possuem preconceitos, desrespeitos e intolerâncias por quem é diferente, originando em casos extremos a xenofobia, isto é, aversão a pessoas ou coisas estrangeiras.

9. Cuidados com as Doenças Nostálgicas

Os missionários sentem muitas saudades de sua terra, família e igreja que deixaram para trás. A saudade é uma tristeza que pode ser comparada a um estado de luto. Eles poderiam chegar a sentirem-se desorganizados, como se as coisas estivessem fora de controle. Irritam-se com facilidade, vive uma instabilidade emocional, choram muito, se isolam, experimentam a insônia, perdem a motivação, surgem às dúvidas e as negatividades.

Todos estes sintomas físicos e emocionais, se não forem tratados poderão virar uma depressão. Mas como eles querem permanecer no país e continuar a obra de Deus, na oração, eles encontrarão conforto, fortaleza e Deus mesmo obrará a favor deles, para que nenhuma doença nostálgica venha afetar a saúde emocional.

10. Cuidados com os Sentimentos de Desânimos

Os missionários por deixarem para trás seus familiares, amigos, costumes, climas, sabores, para fazer a obra de missões, levarão certo tempo para encontrar na nova cultura o caminho correto, saber o que é adequado e o que não é. Se não tomarem cuidados poderão sentir-se afetados pelo sentimento de desânimo, e até nojo ou aversão dos aspectos estéticos da nova cultura.

Com o passar dos tempos os missionários ficarão mais tolerantes, compreensíveis e acabarão se adaptado. Alguns hábitos brasileiros quase serão perdidos, alterados e esquecidos nos intentos de se tornar cada vez mais parecido com aquele país que os receberam.

11. Cuidados com as Fadigas Físicas

Estou instruindo missionários em expectativa, que fique bem claro que o serviço é rigoroso, exigente e inexorável. Para isso, eles devem gozar de boa saúde física e mental, dormirem bem, tirar tempo suficiente para descansar, fazer exercícios e relaxarem, assim poderá aliviar as tensões do estresse. Cuidado para não querer resolver fadigas com jejuns, sendo que o corpo estará precisando de calorias, energias e descanso.

Uma coisa que me deixava estressado era o atraso dos irmãos chilenos nos horários dos cultos, durante todos os meus 20 anos no Chile, jamais abri mão da pontualidade, assiduidade e da presença constante nos cultos, mesmo que isso não era tão observado naquela cultura.

Tive que diminuir o ritmo acelerado que trazia da igreja do Brasil e comecei a simplificar a vida, não marcando muitas reuniões, caminhando a passo do gado como fez Jacó quando foi se encontrar com o seu irmão Esaú. (Gênesis 33.13,14) “Jacó, porém, lhe disse: meu Senhor sabe que as crianças são frágeis e que estão sob os meus cuidados ovelhas e vacas que amamentam suas crias. Se forçar demais na caminhada, um só dia que seja todo o rebanho morrerá. Por isso, meu Senhor vai à frente do teu servo, e eu sigo atrás, devagar, no passo dos rebanhos e das crianças…”

Deixei de usar um versículo como acelerador que faz a igreja crescer, pois no Brasil estava acostumado a fazer as coisas na velocidade dos “cavalos”, mas no Chile, precisei abandonar o ímpeto do cavalo e reduzir para a potência e velocidade de um burrinho. (Jeremias 12.5) “Se você correu com homens e eles o cansaram como poderá competir com cavalos? Se você tropeça em terreno seguro, o que fará nos matagais junto ao Jordão?

12. Cuidados com as Pressas Desnecessárias

Deus tem urgência em salvar a humanidade onde estiverem os missionários, mas Deus não terá pressa em salvá-los. Os nativos querem ver primeiro quem são os mensageiros, para depois ouvir o que eles têm para dizer.

Os missionários não podem ter pressa na colheita de seus frutos, muitas das vezes os Evangelistas querem que as pessoas aceitem a Jesus no primeiro culto que assistem, mas o bom é esperarem e deixarem eles a se acostumarem com a igreja para quando chegarem ao entendimento tomarem a decisão de aceitar a Cristo como seu Salvador.

Missão não é só evangelizar, mas ensinar que os nativos façam também. Missão não é só ensinar, mas formar obreiros para seguirem ensinando. Missão não é só mostrar o poder de Deus, mas dar oportunidade para que os seus discípulos mostrem também.

13. Cuidados com as Vacinas Médicas

Os missionários poderiam ligar para o Consulado Brasileiro dos países, onde eles pretendem trabalhar para saber quais são as vacinas que precisam ser tomadas. As vacinas precisam ser aplicadas pelo menos oito semanas antes da viagem. Existem nações que devem ser tomadas as vacinas dez dias antes, principalmente se forem para uma área endêmica de países principalmente da África e da Ásia, exceto América do Norte, Austrália, nova Zelândia, Japão e Europa ocidental.

As vacinas procuram proteger das seguintes doenças: cólera, difteria, encefalites japonesas, febre amarela, febre tifoide, hepatites, infecção meningocócica, meningites, poliomielites, raiva, tétano e tripla viral.

Os missionários deveriam tomar a vacina da febre amarela de dez em dez anos, pois é o tempo que dura sua proteção. Os médicos emitem um folheto amarelo especial comprovando a vacinação. A vacina da febre tifoide deve ser aplicada para quem viajar para os países tropicais quentes com saneamento básico precário, pois ela é causada por consumir alimentos e água contaminada por bactérias conhecidas como salmonela.

 

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